O garoto foi acusado pelo roubo de cinco lugares - incluindo uma escola, um shopping center e uma casa - e pela tentativa de roubo em um sexto. Entre os itens roubados estariam parafusadeiras elétricas e um aparelho celular.
Durante uma audiência, o juiz perguntou ao garoto o que ele possuía que lhe era importante, ao incluir o videogame como resposta, o juiz determinou que ele deveria entregar seu Xbox à polícia e que o aparelho seria devolvido quando a pena fosse cumprida.
Além de ficar sem o videogame, o garoto foi proibido de contactar seu suposto comparsa e obrigado a ser eletronicamente monitorado.

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